Publicado por: Wally | Segunda-feira, Dezembro 3, 2007

Os últimos vistos em DVD

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E o Vento Levou 5 Stars

[Gone with the Wind, 1939] de Victor Fleming. com Vivien Leigh, Clark Gable, Hattie McDaniel e Olivia de Havilland. [Drama, 233 minutos] Vencedor de 8 Oscars.

Um clássico eterno, este é do típo de filme que define Hollywood e introduz valores significativos para o cinema. Com quase quatro horas de duração, é um longa que te carrega por um mundo esquecido, onde seus personagens procuravam amor em meio á guerra e à miséria, devastados pelos horrores da guerra e lutando para sobreviverem. Talvez o maior mérito do filme sejam seus personagens. Inesquecíveis e emblemáticos, você dificilmente esquecerá o nome de um deles, já que são tão bem construídos e realizados que se tornam praticamente irresistíveis. A jornada realizada pela personagem Scarlett O’Hara (em uma performance intensa e maravilhosa de Vivien Leigh) é marcante, única e te instigará até o momento onde finalmente descobre onde realmente se esconde sua verdadeira paixão. Scarlett, entre outros personagens da narrtiva, sofrem com o amor, a falta de comunicação e os esteriótipos empregados no tempo, e por serem tão vulneráveis, se tornam ainda mais admiráveis aos olhos da audiência. Rhett Butler é outro marcante personagem, interpretado por Clark Gable dignamente com poder. Ele e Vivien são as peças centrais para um épico de amor, guerra e a busca pela felicidade. É um filme não só incrívelmente tocante e envolvente, mas honesto e construído com grande habilidade e valores. Fleming é um mestre do cinema e sua direção define o que E o Vento Levou foi – e ainda é – para o cinema. Extraordinário. Você nunca esquecerá dos diálogos, da trilha ou dos visuais.

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O Tigre e o Dragão 5 Stars

[Wo hu cang long, 2000] de Ang Lee. com Chow Yun-Fat, Michelle Yeoh, Zhang Ziyi e Chen Chang. [Aventura, 120 minutos] Vencedor de 4 Oscars. ®

Um belíssimo filme, este é um verdadeiro triunfo que vai além de lutas espetáculares e excelentes visuais. O excepcional Ang Lee arquitetou um longa denso e de personagens sensacionais. Me irrita muito pessoas que vêem filmes como O Tigre e o Dragão e insistem em acusá-lo por ignorar as leis da gravidade. A crítica é desnecessária. Como um velho Orson Welles já disse, “o cinema é um fluxo constante de sonho, não há fronteiras ou limites”, ou algo do típo. A verdade é que a imaginação é ingrediente essêncial no cinema, e o que acontece em O Tigre e o Dragão só eleva o seu status de arte e de desafio. Seus personagens são tão maravilhosos que desafiam a ciência. Olhando além de toda essa polêmica, existe aqui um belo roteiro, acerca de amor proibido, honra e lealdade. É uma tremenda jornada cinematográfica, passando por visuais grandiosos, diálogos envolventes e sequências deslumbrantes. A fotografia é linda e a trilha sonora mais ainda. O elenco ainda é um prazer a parte. Yun-Fat e Yeoh ambos brilham, mas o destaque é de Ziyi, uma atriz nata e maravilhosa em transmitir emoção. Ang Lee também é habilidoso nisso, e seu filme transpira paixão e beleza pura, escondidos através das cenas de lutas coreografadas impecávelmente. Verdadeiro cinema, incrível e marcante.

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Tootsie 4 Stars

[Tootsie, 1982] de Sydney Pollack. com Dustin Hoffman, Jessica Lange, Bill Murray e Geena Davis. [Comédia, 119 minutos] Vencedor do Oscar.

Comédias de situação e de personagem como Tootsie estão bem esquecidas no cinema atual do gênero, onde reina – na maioria das vezes – humor de mal gosto e piadas forçadas. Na comédia romântica de Sydney Pollack, a originalidade é que reina, ao lado de sua genialidade cômica para abordar seus personagens e as situações estranhamente engraçadas nas quais eles se encontram. Se na maioria das vezes são os brilhantes diálogos que cativam e a direção simplesmente inspirada de Pollack, é fácil perceber que o maior mérito do filme, além de todos esses valores, se encontra no elenco sensacional. Além de mais uma performance única e estupenda de Dustin Hoffman, em dupla personificação com tremendo timing cômico e grande relevância, podemos encontrar uma ótima Jesica Lange, além de coadjuvantes satisfatórios como Bill Murray e Geena Davis. Os atores carismáticos entregam muito recheio à Tootsie, mas não teria sido tão delicioso se não fosse pelo incrível roteiro, que trata da questão de travesti admirávelmente, nunca caindo no mal gosto, no preconceito, mas levantando questões importantes como o feminismo, o machismo e a política em volta do mundo da televisão. Uma quase obra-prima, ainda é um filme difícil de esquecer e que satisfaz bem mais do que esperamos. O resultado deixará uma marca, um largo sorriso contente na rosto da audiência.

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Cova Rasa 4 Stars

[Shallow Grave, 1994] de Danny Boyle. com Ewan McGregor, Kerry Fox, Christopher Eccleston e Ken Scott. [Thriller, 93 minutos]

Um cineasta que admiro muito, Boyle normalmente entrega filmes de intensa crueza e relevância, tensos, incluindo comentários sociais e desvendando os mistérios da mente humana. Uma outra característica inconfundível de seu cinema é o fato de seus personagens buscarem a sobrevivência dentro da sociedade e de seus limites. Em Cova Rasa, os personagens ótimos de Boyle são seres vulneráveis e espertos, e em meio à uma trama de mistérios e loucuras, Boyle investiga até onde o ser humano irá por dinheiro. Porém, antes, cria uma atmosfera bem tensa e sombria acerca da abrupta mudança de humor de um de seus personagens, traumatizado por um ato terrível, sua queda até a loucura é um dos atrativos do longa. Boyle consegue juntar muito bem humor, descompromisso e muita tensão, já que a atmosfera misteriosa do longa nunca deixa a audiência sossegada. Com um bom elenco e esperto roteiro, levando o espectador à um clímax diabólicamente divertido e completamente irresistível, é um forte e competente thriller, que em sua curta duração deixa envolvido, e surpreende, sempre, já que seu roteiro original é repleto de genialidade e imprevisibilidade. É cinema como poucos, do típo que apenas Boyle conseguiria realizar, com seu estilo único e arrebatador.

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A Enfermeira Betty 4 Stars

[Nurse Betty, 2000] de Neil LaBute. com Renée Zellweger, Morgan Freeman, Greg Kinnear e Chris Rock. [Comédia, 110 minutos] Vencedor do Globo de Ouro.

Eis aqui um exemplo de cinema sinceramente original, inventivo e divertido. São raras as vezes onde vemos um filme esperando uma coisa e terminamos com um largo sorriso no rosto, contentes, surpreendidos, e mais que satisfeitos. O longa inesperdamente esperto e criativo de LaBute me deixou sentindo exatamente assim. Apesar dos maiores méritos serem do roteiro imprevisível e o elenco excelente, é óbvio que crédito merece ir à LaBute, que fez com a que a narrativa fosse descompromissada e ao mesmo tempo, inteligente o bastante para instigar. Todos os personagens do filme são interessantes, e todos te envolvem de uma maneira ou de outra, e como se encontram no caminho bizarro e estranhamente espetácular é um trabalho exemplar de Neil, que futuramente faria exatamente o contrário no falhado O Sacrifício, refilmagem de O Homem de Palha. Betty não tem nada de adaptado ou refilmado, é muito original e sua personagem principal te cativa tanto, que te emociona quando você menos espera, percebendo o quanto de afeto você acabou sentindo por ela. Zellweger ajuda bastante, com sua graça e seu talento, é um de seus mais convincentes papéis e ela o faz com extrema esperteza. O resto do elenco iqualmente satisfaz, com destaque á um sempre perfeito Morgan Freeman. Juntando todos os ingredientes com uma química simplesmente inesperada e genuína, cria-se um maravilhosamente memorável e contundente filme.

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Charada 4 Stars

[Charade, 1963] de Stanley Donen. com Audrey Hepburn, Cary Grant, Walter Matthau e James Coburn. [Mistério, 113 minutos] Indicado ao Oscar.

Diálogos deliciosos, personagens carismáticos, situações engraçadíssimas e muito, muito mistério. Assim pode ser definido esse clássico pouco discutido que tem como dupla principal a musa Hepburn e o galã Grant. Apesar de Grant ser quase o dobro de idade de Hepburn no filme, eles funcionam como poucas duplas funcionam hoje, criando verdadeira química e, consequentemente, prazer na audiência. O carisma rola solto, mas a genialidade também. Não só nos diálogos, mas a trama em sí, que oscila entre o engraçado e o tenso, se revela sendo extremamente competente e envolvente, levando a audiência a investigar o mistério ao lado da dupla e se divertir muito no caminho, com perigo e com humor. É um ótimo filme, representando uma espécie de Hollywood ainda bem inocente e presa somente à valores cinematográficos e nada de efeitos especiais ou grandiosidade. A simplicidade aparente do filme cativa e a complexidade do mistério surpreende. É do típo de sessão não só gostosa de se assistir, mas que será ainda melhor com uma revisão. Um competente thriller cômico sobre mentiras, amor e mais mentiras. As várias faces do personagem diverte e as situações, entretem. Irresistível entretenimento.

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Piratas do Caribe – No Fim do Mundo 4 Stars

[Pirates of the Caribbean: At World’s End, 2007] de Gore Verbinski. com Johnny Depp, Geoffrey Rush, Orlando Bloom e Keira Knightley. [Aventura, 168 minutos] ®

Enquanto Charada é entretenimento clássico e inocente, o terceiro filme dos Piratas do Caribe, é o entretenimento mais hollywoodiano possível. De qualquer forma, ainda torna-se extremamente difícil de resistir. Não são só os efeitos especiais grandiosos os únicos aperitivos desse filme, ou alias, de toda a série. A inventividade reina e conquista, e o senso magnífico de aventura e fantasia é único. São valores únicos que tornam o filme bem mais digerível. As falhas do roteiro e das tramas, com isso, passam quase desperçebidas pela audiência. O foco está no visual deslumbrante e tremendo, incluindo efeitos impecáveis, direção de arte exemplar e muita, muita adrenalina. O elenco também ajuda muito. Johnny Depp ainda é o rei, mesmo aparecendo quase 1 hora depois que o filme inicia, ele é o grande valor do filme, eccêntrico, esquisito e sensacional, ele é perfeito. Mas atores como Rush, Nighy e até a bela Knightley não ficam para trás e ainda há o ótimo Chow Yun-Fat para divertir. E que divertimento! O entretenimento é grande, e mesmo com quase três horas de duração, o filme que nunca te solta e você nunca solta a respiração. É muitas tramas, muitos mistérios, muitos detalhes, muita ação, muita aventura e muito divertimento. É supérfluo. Exatamente como deveria ser um blockbuster, mas nas medidas certas para não soar exagerado. É uma pérola, e não será facilmente esquecido, nem será o último dessa grande serie.

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Bobby 4 Stars

[Bobby, 2006] de Emilio Estevez. com Sharon Stone, William H. Macy, Freddy Rodriguez e Laurence Fishburne. [Drama, 120 minutos] Indicado a 2 Globos de Ouro. ®

Político e humano, Bobby é o ambicioso filme de Estevez, que presta uma valiosa homenagem à imagem de Robert Kennedy, um senador que foi assassinado prestes a virar presidente dos Estados Unidos. Sua perda foi grande, seus planos foram esquecidos e a tragédia abalou muitos. Estevez chega para contar essa história de forma mais detalhada e consistente e se sai vitorioso. Seu possui muitas falhas de direção, como momentos que exageram no sentimental e no melodrama e alguns personagens mal direcionados, mas na maioria das vezes, Estevez se mantém afiado e com um roteiro que decide abraçar a política de Bobby, suas ambições e sua visão sobre a sociedade norte americana e sobre o mundo, e como seus sonhos foram exterminados. O elencaço do filme ajuda muito no glamour. A todo canto um rosto conhecido e na maioria das vezes satisfazendo. Fora Christian Slater e Nick Cannon, acredito que todos se sairam muito bem, em especial Sharon Stone, maravilhosa. O visual do filme deixa tudo mais belo e a trilha mais caracterizado. Quando chega no clímax, somos tocados e abalados pela intensidade e pela beleza, percebemos as intenções do diretor e roterista e nos maravilhamos com um cinema efficiente e digno, entregando uma valiosa mensagem que era importante nos anos 60 e ainda se mantém fundamental nos dias de hoje. Por não ser datado e por ser honesto e observador, Bobby se revela um ótimo filme.

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Colpaso no Ártico 3 Stars

[The Last Winter, 2006] de Larry Fessenden. com Ron Perlman, James LeGros, Connie Britton e Kevin Corrigan. [Thriller, 101 minutos]

Um estilo bem diferente de cinema, Colpaso no Ártico poderia ter sido um trabalho digno de aplausos e muitos elogios se não fossem pelos pecados cometidos uma vez ou outra durante a narrativa. Deixando de lago gore, violência e carnificina, é um thriller que gira em torno do aquecimento global e – pasmem – apavora. Ao invés de discursos e fatos revelados em Uma Inverdade Inconveniente, este filme nos enche de tensão e medo, com seu clima sinistro e pesado. Nada nunca realmente acontece por pelo menos uma hora, mas a tensão é palpável e o simples fato de saber que algo horrível está para vir, é o sufficiente para arrepiar a audiência. Não é para todos, e os mais impacientes não gostaram, mas é um filme altamente recomendado, que caiu no meu conceito somente por não ter um elenco muito gratificante e por, em certo momento, optar por utilizar a imagem de uma espécie de monstro, ao invés de sombras, e a simples natureza, que é na verdade a própria vilã. Com esse pecado, dúvidamos a sanidade dos personagens, algo que não deveria acontecer e por isso, o filme falha, mas nem por isso deixa de ser um competente e efficiente thriller, terminando com uma nota em aberto extremamente pertubadora e que assombrará bem mais que o documentário de Al Gore, por mais excelente que seja. Vale a pena conferir.

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Lado a Lado 3 Stars

[Stepmom, 1998] de Chris Columbus. com Julia Roberts, Susan Sarandon, Ed Harris e Jena Malone. [Drama, 124 minutos] Indicado ao Globo de Ouro.

Extremamente sentimentalista, melancólico e melodramático, Lado a Lado é, em sua maior parte, uma obra de grande manipulação. É previsível, nada original, mas, de certa forma, toca a audiência, mesmo com sua pieguice e seus momentos desnecessários, é um prazer de culpa do qual precisamos aceitar. Mas a sessão não é toda concentrada nessas falhas, já que o elenco estupendo eleva muito o nível do filme, o tornando bem mais aceitável e contundente. Fora uma promissora Jena Malone e um coadjuvante de peso em Ed Harris, é a dupla Roberts e Sarandon quem mandam, em duas maravilhosas performances que engrandecem o resultado e satisfaz muito a audiência. Os momentos onde elas se soltam, percebe-se maestria, o que não pode ser dito, infelizmente, para o resto da obra. Mas o acabamento é sofisticado, a trilha sonora magnífica e os personagens adoráveis. Logo, você se apaixona pelo filme, mesmo indo contra seu senso crítico que não falha ao acusar os inúmeros defeitos. É um bom filme, merece ser visto pelas atrizes e pelos momentos, e não merece ficar no limbo ao lado de filmes ultra-manipulativos, sentimentalistas e novelescos que muitas vezes se intrometem nos cinemas. Esse, pelo menos, foi sofisticado, e bem atuado.

®: revisto


Responses

  1. Muito bem, Wally! E O VENTO LEVOU é maravilhoso!

    Faça o seguinte… não sei se já viu, mas… alugue o DVD de LAWRENCE DA ARÁBIA. Tente encontrar um DVD duplo lançado pela Columbia (tem comentários do Spielberg e do Scorsese).

    Abs!

  2. [E O Vento Levou]
    Meu clássico favorito,brilhante em todos os aspectos. Destaco a inesquecível trilha sonora, os grandes diálogos e Vivien Leigh, inesquecível como Scarlett O’Hara.
    NOTA: 8.5

    [O Tigre e o Dragão]
    Esse acho bem chatinho. Não consegui ver nada de muito bom além das belas coreografias.
    NOTA: 6.5

    [A Enfermeira Betty]
    Faz séculos que vi esse, mas lembro de ter achado bem estranho e bizarro. Gosto muito da Renée nesse filme, em performance injustamente esquecida pelo Oscar.
    NOTA: 7.5

    [Piratas do Caribe 3]
    Nossa, achei um porre! Não consegui achar posições confortáveis na poltrona. Completamente interminável. Mas sem dúvida é o mais impecável no lado técnico. Pena que Depp virou coadjuvante…
    NOTA: 6.5

    [Bobby]
    O elenco é quem manda. That’s all. Não consigo ver nada de muito brilhante além deles. O final é ótimo e o diretor consegue tirar o melhor dos atores que comanda, especialmente de Freddy Rodriguez, Sharon Stone e Helen Hunt.
    NOTA: 7.0

    [Lado a Lado]
    Superestimo esse filme porque não consigo resistir a Susan Sarandon e Julia Roberts. Tudo é clichê e manipulador, concordo, mas é um dos melhores filmes sobre doenças terminais em época de Natal.
    NOTA: 9.0

  3. Ainda não vi alguns, inclusive nunca achei “Tootsie” :(

    8.5 [****] E O VENTO LEVOU: Talvez eu precise urgentemente de uma revisão, mas da primeira vez não me conquistou tanto. Quer dizer… tecnicamente é maravilhoso, sem falar que o elenco supera qualquer filme oscarizado atual, mas achei um drama só!

    8.0 [****] O TIGRE E O DRAGÃO: Apesar de não gostar tanto quanto a maioria (nem achar seu reconhecimento pela Academia merecido), gosto bastante da beleza poética do filme, algo que o Ang Lee é mestre. Mais vale pelo visual.

    8.5 [****] COVA RASA: Sou um grande fã do cinema do Boyle e esse seu filme de estréia é um dos melhores de sua carreira – aliás estou sentido falta de algo nesse estilo, apesar de seus últimos trabalhos serem ótimos também.

    8.0 [****] A ENFERMEIRA BETTY: Não lembro quase nada sobre esse filme, somente que gostei muito na época em que o vi – sem falar que foi injustiça a Renée não ser indicada ao Oscar.

    8.0 [****] PIRATAS DO CARIBE: NO FIM DO MUNDO: Se gostei muito do segundo, com certeza o mesmo aconteceria com essa, pois tem praticamente o mesmo estilo que é decepcionante segundo muitos fãs do original. Eu adoro e espero que a série não termine por aqui.

    8.0 [****] BOBBY: É certo que peca em alguns detalhes, mas no geral é um ótimo trabalho de direção e elenco. Sem falar na belíssima canção no Bryan Adams, minha favorita do ano até o momento.

    7.0 [***] LADO A LADO: Alguma coisa me encanta nesse filme, mesmo que seja extremamente clichê e, por que não, manipulativo. Acho que a dupla de atrizes é o principal atrativo, sem falar no final que acaba sendo melhor do que o esperado.

    Abraço!

  4. “E O Vento Levou” é o clássico dos clássicos. O filme que representa tudo aquilo que o cinema norte-americano é.

    “O Tigre e o Dragão” é um espetáculo visual. Adoro as cenas de luta, o uso de cores.

    “Tootsie” é um filme muito divertido. Uma das melhores performances do Dustin Hoffman.

    “Cova Rasa”, junto com “Trainspotting”, é o melhor filme do Danny Boyle.

    “A Enfermeira Betty” é o melhor filme do Neil LaBute e a melhor atuação da carreira da Zellwegger, uma atriz que eu odeio.

    “Piratas do Caribe 3 – No Fim do Mundo” é um filme que nem Jack Sparrow consegue salvar.

    E gosto muito de “Lado a Lado”, um filme que me emociona demais e que tem uma história muito verdadeira.


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