Publicado por: Wally | Sábado, Novembro 24, 2007

Os últimos vistos em DVD

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Ratatouille 5 Stars

[idem, 2007] de Brad Bird. com as vozes de Lou Romano, Patton Oswalt, Ian Holm e Peter O’Toole. [Animação, 111 minutos] ®

Maravilhosamente contundente, a grande animação do ano chega, novamente, pelas mãos da Pixar e do brilhante Brad Bird, que anteriormente havia nos premiado com o também espetácular Os Incríveis mas que se supera com Ratatouille, um filme genuínamente divertido, belo e que aspira genialismo e cinema de primeira. O destaque aqui mesmo merece ir ao roteiro, que cria não somente personagens cativantes e emblemáticos, mas diálogos irresistíveis, situações que oscilam entre o engraçado e o emocionante e acima de tudo, entrega uma mensagem excelente sem soar nem um pouco forçado ou melancólico. Um feito mais que admirável, olhando as diversas animações de hoje em dia. Quando estas não respeitam valores éticos e morais, entregam lições de vida baratas e irrelevantes. Tudo em Ratatouille porém, soa original, mágico e toca bem no fundo, seja com sua tremenda esperteza, seu olhar original, seus personagens charmosos ou sua parte técnica impecável, que inclui não só uma animação visual perfeita, mas elementos dignos como montagem e uma trilha sonora difícil de esquecer de Michael Giacchino. No final das contas, a animação se torna não somente um dos melhores e mais belos filmes do ano, não somente com algo a dizer importante mas o dizendo com incrível brilhantismo, mas uma das mais adoráveis animações a se manifestarem no cinema, se não a melhor.

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Carrie, a Estranha 4 Stars 

[Carrie, 1976] de Brian De Palma. com Sissy Spacek, Piper Laurie, William Katt e Amy Irving. [Thriller, 98 minutos] Indicado a 2 Oscar

Em questões de adaptação de uma obra de Stephen King, Carrie deve ser uma das mais efficientes, ao lado do emocionante Um Sonho de Liberdade e o pertubador O Iluminado. Baseado na primeiríssima obra de King, o longa começa como um drama teen denso, sobre uma jovem rejeitada na escola e que sofre pela pressão e o conservadorismo em sua casa, pela sua mãe altamente evangélica. O filme orquestrado genialmente por De Palma (em uma de suas melhores direções) toca fundo nas emoções da jovem. Seu filme fala sobre raiva, emoções subestimadas e a solidão, quando ninguém parece mais se importar com seus sentimentos. A virada pertubadora no clímax deixa os cabelos da nuca de qualquer um de pé, muito bem arquitetada, é tensa e não sairá fácil da cabeça. Alias, todos os momentos onde Carrie decide se vingar usando seus poderes são intensos, graças por parte à trilha sonora ótima, que usa vestígios da trilha de Psicose, de Hitchcock. Carrie, a Estranha pode não ser cinema de primeira, e também não é um terror forte, mas é um drama admirávelmente complexo e relevante sobre uma jovem e a sociedade estranhamente maléfica ao seu redor. Outro fator extremamente importante no longa é a atuação extraordinária de Sissy Spacek, numa atuação que provavelmente definiu sua carreira, ela está inesquecível e maravilhosa no papel, ao lado da louca Piper Laurie, que capta muito bem o espírito de sua personagem. Começando com um nota dramática e envolvente e terminando com uma assombrosa e horripilante, Carrie a Estranha ainda conta com um dos melhores desfechos para uma adaptação de King. Palmas para De Palma.

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Harry Potter e a Ordem da Fênix  4 Stars

[Harry Potter and the Order of the Phoenix, 2007] de David Yates. com Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint e Gary Oldman. [Fantasia, 138 minutos] ®

A palavra “sombrio” é usada muito para definir o que aconteceu com a cineserie Harry Potter desde seu primeiro filme, em 2001. A verdade é que mesmo que seja notável que a atmosfera infantil e óbvia do primeiro filme tenha resultado em uma mais pesada desde o terceiro filme, “sombrio” não seria o termo mais certo para definir. A verdade é que o mundo de Harry amadurece a cada filme. Suas preocupações com o mundo dos magos se tornam cada vez mais urgentes, e não se limitam à provas, conflitos de amizade e sendo pego por professores. No quinto filme, Potter encara novamente a morte, além de ter que desafiar a ditadura empregada na sua escola. Não só isso, mas encara finalmente o seu destino inevitável, que resultará no confronto com Voldemorte e possívelmente, sua morte. Yates entende isso, e o seu filme, mesmo que contenha momentos de descontração e diversão, é na verdade, o longa que define o espírito que a serie terá de agora em diante, com a guerra se aproximando e o perigo aumentando. Além disso, outros valores podem ser encontrados no longa, seja a parte técnica ainda melhor – fiquei pasmo com a direção de arte, os momentos de efeitos visuais impecáveis e alguns valiosos movimentos de câmera ousados, sem contar a trilha sonora magnífica – ou o elenco cada vez mais contundente. O elenco mirim vem se aperfeiçoando, mas ainda são deixados no obscuro ao lado da maestria de atuações como a de Imelda Staunton, Alan Rickman e Ralph Fiennes. Atingindo um clímax excepcionalmente tenso, aventuroso e explosivo, Harry Potter chegou ao seu ponto mais culminante e memorável e apesar deste não ser seu melhor filme, não deixa de ser maravilhoso de qualquer forma.

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Chocolate 4 Stars 

[Chocolat, 2000] de Lasse Hallstrom. com Juliette Binoche, Alfred Molina, Judi Dench e Johnny Depp. [Drama, 121 minutos] ® Indicado a 5 Oscar

Apesar de ter achado que a Academia o tenha superestimado um pouco, é fácil perceber como Chocolate venceu os votantes, com charme e capricho, o longa é muito contundente, com sua história simples bem contada, personagens divertidos e situações que entretem. Como a maioria dos filmes de Hallstrom, possui um ou outro momento desnecessário, alguns diálogos evitáveis e certa melancólia presente, mas com um elenco fenômenal e uma parte técnica luxuosa, fica difícil resistir ao longa. Primeiramente, Binoche está deslumbrante, e ao lado de Depp, produz verdadeira química e paixão, mesmo que o momento onde os dois ficam juntos seja bem limitado. Depp também não perde a integridade, mesmo contracenando com a fera Judi Dench, ótima como sempre. Alfred Molina também merece elogios. Seu personagem é ótimo e sua personificação, memorável. Lena Olin também não decepciona. Gostei muito da direção de arte do longa, de seus figurinos e sua trilha, é uma experiência tão pecaminosa e irresistível como a de um verdadeiro chocolate. Em momentos, você sente como se estivesse comendo um pouco demais, a dose se torna exagerada, mas a verdade é que não há como resistir, e no final das contas, você acaba pedindo “encore!”. A simplicidade se sai vitoriosa.

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Meu Amor de Verão 4 Stars

[My Summer of Love, 2004] de Pawel Pawlikowski. com Nathalie Press, Emily Blunt, Paddy Considine e Dean Andrews. [Romance, 86 minutos]

De início, demorei um pouco para digerir este filme. Com uma curta duração de 86 minutos, o longa se carrega lentamente até seu clímax, que de um forma ou de outra, acaba mechendo com você. Demorei um pouco para perceber, mas a verdade é que se trata de um filme extremamente memorável e relevante, acerca de verdadeira paixão, o filme investiga os sentimentos humanos. Fala sobre a mentira, a perda e principalmente, a solidão. Finalmente, sobre o desejo, e as consequências deste sentimento avassalador. Lírico em momentos, inquitante em outros, é um filme que soa bem convencional de início, focando na amizade iniciada entre duas garotas em um certo verão. O desejo, o tédio e soldião fazem com que elas se aproximem mais, resultando em uma conexão inesperada e chocante. Os personagens do longa são surpreendentes e precisos, autênticos e memoráveis. Elementos como a trilha admirável e diálogos inspirados não são nada comparados à ferocidade do roteiro, e a direção mais que focada de Pawel, traçando conflitos internos intensos e magistrais, com seu olho observador e genial, ele nos leva para dentro da alma feminina, entendemos suas emoções e ambições, compreendemos seus desejos carnais e emocionais. Um forte e memorável filme, mesmo que difícil e de estrutura relativamente simples e convencional.

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Espíritos: A Morte Está ao Seu Lado 3 Stars

[Shutter, 2004] de Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom. com Ananda Everingham, Natthaweeranuch Thongmee, Achita Sikamara e Unnop Chanpaibool [Terror, 97 minutos]

A falta de originalidade e a overdose de clichês é o que se tornou assustador nos filmes de terror hollywoodianos, não são mais os fantasmas e os assassinos, o que dá medo são as tremendas falhas, sendo raras as exceções. Eis que surge esse interessante suspense do outro lado do mundo. Os orientais já estão cativando há muito tempo e Espíritos não foi decepção. Apesar de lento e muitas vezes monótono, os diretores orientais fizeram trabalhos muito interessantes com o visual denso e sombrio, muitas vezes pertubando, mesmo com os constantes e irritantes usos de uma fantasma feia, sustos fáceis e pesadelos contínuos. No fundo, o longa não conseguiu escapar ileso de todos os clichês, mas a verdade é que envolve e assombra o sufficiente para ser considerado como um exemplar de terror competente. A atmosfera pinga mistério e horror e algumas imagens e situações deixam o espectador verdadeiramente assombrado e tenso, porém, é o desfecho do filme o verdadeiro mérito. Como em O Exorcista, onde nenhuma das cenas conseguem sair da minha cabeça por serem tão efficientes como terror, existe algo também elemental e horripilante na resolução surpreendente de Espíritos, que deixa o espectador tão desnorteado e chocado quanto o personagem do filme. Os diretores fizeram de um final apenas inesperado em algo realmente forte e pertubador. O resultado é único e por isso, o filme merece meu respeito.

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Caixa Dois  3 Stars

[idem, 2007] de Bruno Barreto. com Giovanna Antonelli, Thiago Fragoso, Nilton Bicudo e João Bresser. [Comédia, 90 minutos]

Descompromissado e extremamente divertido, Caixa Dois é um filme nacional leve e esperto, com uma premissa simples e uma execução ácida, muito bem humorado, causando risadas, sorrisos e sempre satisfazendo, com uma crítica fantástica e vários diálogos ótimos. Apesar de nunca se elevar acima do descompromisso simples e divertido, nunca de tornando cinema maior, é do típo de comédia difícil de resistir, que carrega consigo verdadeiro charme, além de um bom roteiro, direção inspirado e principalmente, um fantástico elenco, dos quais produzem personagens que passam por cima de seus esteriótipos, se tornando interessantes. É vendo comédias boas como Caixa Dois que se percebe como o cinema nacional vem ficando mais efficiente, se ligando menos à melodrama e temas novelescos para simplesmente divertir e ao mesmo tempo, fazer um comentário social realmente importante e interessante. Mas como já mencionei, são os atores ótimos, cheios de química, que fazem a sessão realmente valer a pena. Eles estão todos hilários, carismáticos, charmosos e sim, perfeitos.

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Top Gun: Ases Indomáveis 3 Stars

[Top Gun, 1986] de Tony Scott. com Tom Cruise, Kelly McGillis, Val Kilmer e Anthony Edwards. [Ação, 110 minutos] Vencedor do Oscar, Indicado a 3

Bobinho mas repleto de ação, desde Top Gun Tony Scott já demonstrava sua inconestável habilidade de tentar entreter com dramas mediocres e situações tolas. É vendo filmes como Top Gun que noto que ele melhorou bastante ao longo dos anos, já que seus dois últimos filmes, Chamas da Vingança e Déjà Vu, são melhores. Top Gun é um filme bem fraquinho, que apenas diverte porque insere charme e adrenalina na sua história falhada de amor e guerra. Se não fosse pela química entre Tom Cruise e Kelly McGillis e as sequências de ação divertidas, o filme teria sido uma tragédia. Felizmente Scott ainda tem estilo, mesmo que seu roteiro seja um lixo. Outro destaque do filme é a trilha sonora, com canções ilustres e memoráveis como a vencedora do Oscar “Take My Breath Away”, que quando toca, entrega um ar nostálgico e irresistível ao filme. Sei que tive que desligar meu senso crítico muito ao longo do filme, mas no fim, consegui aceitá-lo como simples entretenimento tolo, com péssimos diálogos e personagens pouco interessantes. O que vale aqui mesmo foi a ação, o charme, o entretenimento e a adrenalina, como também, claro, as emoções, mesmo que estas sejam pouco autênticas de verdade.

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Espíritos 2: Você Nunca Está Sozinho 2 Stars

[Alone, 2007] de Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom. com Masha Wattanapanich, Ratchanoo Bunchootwong, Namo Tongkumnerd e  Vittaya Wasukraipaisan. [Terror, 95 minutos]

Na verdade longe de ser uma sequência (parece ser mais uma tentativa do mercado brasileiro tentar lucrar com o sucesso do outro), esse filme só é iqual ao outro em questões de ter os mesmos diretores e falar sobre fantasmas. O fato é que a execução aqui é mais ou menos o que foi executado em Espirítos, com a diferença de que o visual não ficou tão forte e sombrio, apesar de alguns sustos aqui ou ali e o desfecho não foi memorável o sufficiente para assombrar, ou deixar o filme mais interessante. O drama do filme se torna mais interessante que o terror, mas preocupados em assombrar, os diretores não se dedicaram tanto ao que poderia ter rendido muito mais. Por isso, o filme falha. O que realmente satisfaz é a atuação competente da protagonista e um elemento inesperado e realmente surpreendente no clímax, mas que não se carrega à um desfecho realmente satisfatório. Se for para escolher um terror que realmente pertubaria, eu ficaria com o Espíritos original, já que esta falsa sequência falha não só nos mesmo aspectos que o primeiro falhou (com a exceção de possuir uma trama mais desenvolvida e interessante), ainda comete outros equívocos fatais. O resultado é fraco, mesmo que não horrível.

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O Julgamento do Diabo 2 Stars

[The Devil and Daniel Webster, 2004] de Alec Baldwin. com Alec Baldwin, Anthony Hopkins, Jennifer Love Hewitt e Dan Aykroyd. [Drama, 105 minutos]

Com a intenção de ser “diabólicamente divertido”, este filme que ficou muito tempo em produção até ter um lançamento horrível nos cinemas e em DVD, não merecia nada melhor. A estréia de Baldwin na cadeira do diretor foi um equívoco e o pior é que falha dos dois lados da câmera, já que faz um preguiçoso personagem, mal escrito, no meio de vários outros falhados, rondando por uma trama cheia de buracos, estradas sem fim e falhas gigantescas. Fora isso, não é muito engraçado, sofre de falta de inspiração, os personagens não cativam, as situações soam batidas e monótonas e não há nada realmente cativante nos completos 105 minutos. Um momento ou outro surge algo valioso, mas é raro demais, e pouco demais, para justificar a sessão. Nem mesmo as presenças do elenco forte Hopkins e Hewitt (não exatamente forte, mas charmosa) consegue inserir algo de realmente bom no filme. A verdade é que a lição de vida proposta pelo filme: não existem atalhos para a felicidade, é a que ganha destaque, mas ao redor disso tudo, nada estilizado, nada divertido, nada esperto e no fim você fica extremamente insatisfeito e cansado. O momento do filme onde tudo deveria dar certo, o verdadeiro julgamento do diabo, começa bem, com o jurí sendo personagens da história como Truman Capote, mas logo decepciona com resoluções fáceis e pura mediocridade. Fraco, muito fraco.

®: revisto


Responses

  1. [Ratatouille]
    Uma de minhas animações favoritas, repleta de genialiadade e carisma. Brad Bird conseguiu meu perdão depois de ter me decepcionado bastante com Os Incríveis. Destaque também para a brilhante dublagem de Peter O’Toole como o divertido Anton Ego.
    NOTA: 8.5

    [Carrie, A Estranha]
    Uma das melhores adaptações de Stephen King (minha favorita continua sendo Misery, com a brilhante Kathy Bates), que é marcada pela marcante interpretação de Sissy Spacek, que traz muita humanidade a esse dificil personagem. Não acho o filme tão bom, que não vai além de conflios teens, mas certamente tem seus grandes destaques.
    NOTA: 7.5

    [Harry Potter e a Ordem da Fênix]
    O mais maduro e impecável na técnica, apesar de não ser o melhor. O filme tem um visível avanço no elenco, que dá espaço para alguns atores se sobressairem, e boas inovações. Apesar de ser o mais curto, achei que esse filme foi o mais devagar e dificil de se acompanhar. Merece ter algumas indicações ao Oscar, com desaque para a direção de arte, tilha sonora e atriz coadjuvante (Imelda Staunton).
    NOTA: 8.0

    [Chocolate]
    Pode até não ser o melhor filme do excelente Lasse Hallström, mas é o mais charmoso. Juliette Binoche em inspirada interpretação é quem comanda essa delciosa história, que tem ótimos momentos. Acho um pouco comprido (parece muito desgastado em seus momentos finais) e meio super estimado, mas é daquele tipo de filme recomendável.
    NOTA: 7.5

    [Espíritos – A Morte Está Ao Seu Lado]
    Com certeza não é original, mas tem ótimos momentos de tensão e um final perturbador.
    NOTA: 7.0

    [Caixa Dois]
    Achei bem esquecível esse filme, mas é muito divertido . O elenco está bem à vontade e é por ele que o especador deve esquecer toda a simplicidade exagareda do roteiro.
    NOTA: 7.5

  2. “Ratatouille”: continua a ser o melhor filme que eu vi em 2007. Maravilhosa essa história e a direção e o roteiro do Brad Bird.

    “Harry Potter e a Ordem da Fênix”: Acho que, em comparação aos filmes de Cuaron e Newell, esse filme é um retrocesso. Queria que a enrolação parasse e a gente fosse logo ao que importa – o confronto entre Harry e Voldemort.

    “Chocolate”: Também acho que a Academia superestimou demais esse filme, que não tem nada de especial. Um típico do trabalho do Lasse Hallstrom.

    “Meu Amor de Verão”: não gostei muito desse filme, mas valeu a pena por ver o Paddy Considine e a Emily Blunt em papéis interessantes.

    “Espíritos 1 e 2” – Prefiro dez mil vezes a continuação ao filme original, até por causa daquela reviravolta final, com um inimigo real (e não imaginário).

    “Caixa Dois”: um dos bons filmes de 2007. Vale a pena pelo ótimo elenco e pela história – infelizmente – atemporal.

    “Top Gun – Ases Indomáveis” – Assisti a este filme há tanto tempo… E ele é um típico filme feito pelo Tom Cruise nos anos 80. A história é legal, mas o mais marcante é a música “Take My Breath Away” – inesquecível.

  3. Ratatouille: Não estou muito ansioso com a animação, mas a unanimidade vai me fazer vê-lo em breve.

    Carrie – A Estranha: Um dos melhores filmes de Brian de Palma e, talvez, a melhor adaptação de um conto de Stephen King. O cineasta mostra que pode sobreviver sem referências ao cinema de Hitchcock e lança a carreira de outra estrela sensacional, no caso, Sissy Spacek. E se isto não é cinema de primeira, o que será? E se não fosse tão forte, não seria imitado com tanta frequência depois de seu lançamento. O maior susto da história também se encarrega de aumentar os níveis insuportaveis de horror.

    Chocolate: Só peguei algumas cenas numa das reprises da Globo. Tenho que rever por completo.

    Harry Potter e a Ordem da Fênix: É, de longe, o melhor da franquia. Estou com muitas expectativas com o próximo episódio.

    Meu Amor de Verão: Não sabia da existência dessa produção.

    Espíritos – A Morte Está ao Seu Lado: Uma pena que o cinema de horror nipônico, assim como o ocidental, se especializou em se desenvolver através de elementos manjados. Ainda que o final seja totalmente inesperado, ele não é capaz de estarrecer completamente, assim como o filme por um todo.

    Caixa Dois: Produção brasileira bem bobinha. O elenco funciona, mas a história não é nenhum pouco engraçada e não fornece a diversão esperada.

    Top Gun – Ases Indomáveis: Tenho que rever. Conferi há muito tempo atrás…

    Espíritos 2 – Você Nunca Está Sozinho: Os comentários a respeito do final é tão positivo que me deixou com uma tremenda curiosidade em relação a produção.

    O Julgamento do Diabo: Os problemas do estúdio acabaram por refletir o mau êxito do filme. Mas me interessei com o trailer. Vou ver em breve.

  4. Ratatouille: Já esstou com o meu aqui dois dias antes de ser lançado (contatos heheheh). Essa animação merece ser tratada como filme, e dos bons. Gosto de tudo na história de Remy e Linguini.
    *****
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    Carrie, a Estranha: Pra mim também De Palma foi decisivo ne construção desse filme. Ele criou um estilo de apresentação emocional que até hoje é copiado por suspenses teens. Há cenas ali que ficaram marcadas pra sempre na dramaturgia, mas ainda assim o roteiro se torna plástico demais quando tenta nos impor o peso do drama social vivido por Carrie, mais na escola que em casa, já que no lar da jovem duas atrizes davam conta do recado sem grandes problemas. Apesar de prefeir “O Iluminado”, acho Carrie uma boa representação do trabalho de King.
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    Harry Poter e o Cálice de Fogo: Também gostei bastante desse filme. Apesar de um trabalho convencional de David Yates (que chegou a me animar nas cenas iniciais para perder o ritmo no decorrer do filme), esse 5º filme atingiu um nível de qualidade melhor que o próprio livro, que acho o mais fraco da série.
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    Espíritos: Realmente, o final É o filme.
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    Top Gun: Tony é o mais lentinho dos irmãos Scott. Acho TG um filme inesquecível, mais pela referida música tema, que pelo filme em si.
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    Espíritos 2: Apesar de mais eficiente nos sustos que o primeiro trabalho dos diretores, Espíritos 2 é massacrado pelo roteiro e sua resolução medíocre.
    **
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    Até! ^^

  5. Para mim, RATATOUILLE é o melhor dessa lista. Não sou tão fã de CARRIE e odeio CHOCOLATE (o filme). O quinto HARRY POTTER é o mais fraco dessa fase pós-Chris Columbus, que anda assim é melhor do que A PEDRA FILOSOFAL e A CÂMARA SECRETA.

    O resto eu não vi ainda. Ah! Claro que vi TOP GUN, mas faz tempo. É brega demais, não?

    Abs!

  6. 10 [*****] RATATOUILLE: Queria tanto que concorresse a vários Oscars, mas acho que a disputa está bem difícil. No mínimo, deveria ser nomeado para melhor roteiro, animação, trilha, canção, mixagem e edição de som. A obra-prima máxima da Pixar (ao menos até “Wall-E”).

    8.5 [****] CARRIE, A ESTRANHA: Não sou lá muito fã do De Palma, mas seus filmes mais antigos são ótimos. Esse, então, foi um dos poucos filmes de terror que conseguiram me assustar.

    6.5 [***] HARRY POTTER E A ORDEM DA FÊNIX: Preciso rever urgentemente, quem sabe até aumente a cotação (baixíssima em comparação aos demais capítulos, todos com nota acima de 8.0).

    7.5 [***] CHOCOLATE: já faz tanto tempo que vi, mas pelo que me lembro não gostei tanto quanto a maioria, apesar de ser um filme simpático. Destaque para o Johnny Depp – já que indicaram esse filme mediano ao Oscar, poderiam ter indicado a atuação mediana do Depp também…

    5.5 [**] ESPÍRITOS – A MORTE ESTÁ AO SEU LADO: acho que alguns pontos da trama atrapalham um pouco, pois cheguei a rir em algumas cenas (o que é péssimo para esse tipo de filme). De qualquer forma achei o final bem surpreendente.

    5.0 [**] CAIXA DOIS: acho que consegue fazer rir até o momento, mas depois fica um pouco chato e apela demais para as reviravoltas.

    2.0 [*] ESPÍRITOS 2 – VOCÊ NUNCA ESTÁ SOZINHO: péssima continuação, se é que podemos chamá-la assim. Perdi o interesse com vinte minutos de trama, inclusive na última parte não via a hora do filme acabar.


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