Categoria para honrar os diretores cujos filmes de 2007 marcaram ótimas estréias em suas carreiras. Nesse sentido, são cineastas que não dirigiram ou co-dirigiram nenhum longa-metragem até o presente momento.
1°- Tony Gilroy • Conduta de Risco

• É incrível o que Gilroy atingiu em sua primeiríssima tentativa de direção. Ele ainda assina o roteiro do filme, território que já conhece, especialmente na série de Jason Bourne. Uma direção focada, estilizada, construtiva e crítica, além de entregar os diálogos do roteiro maravilhosamente. Ninguém entende seu roteiro como o próprio roterista né?
2°- Florian Henckel Von Donnersmarck • A Vida dos Outros

• Outra grande revelação, é uma direção intensa e belíssima, que constrói maravilhosamente seus personagens e um clima perfeito para o longa magnífico. Donnersmarck possui apenas alguns curtas no currículo, e devem ser ótimos, servindo de base para sua evolução artística, entregada perfeitamente nesse excelente filme.
3°- Allen Coulter • Hollywoodland – Bastidores da Fama

• Apesar dos defeitos do filme (particularmente do roteiro) é um ótimo longa com uma direção exemplar e admirável de Coulter, que cria muito bem um tom misterioso e noir acerca de um assassinato e intriga a audiencia até o fim. Também é o um ótimo diretor de elenco. Só ele para tirar uma atuação excelente de Ben Affleck. Coulter veio de séries, incluindo episódios de The Sopranos.
4°- Christian Volckman • Renaissance

• Um filme também falhado, não deixa de ser uma bela revelação. Volckman constrói um filme tenso, de densa atmosfera e de visual corajoso. Sua animação não quebra nenhuma barreiras, mas é notável que o diretor possui criatividade, imaginação e uma certa tendencia poética que emprega em seu filme. É sua segunda tentativa após um curta-metragem de animação.
5°- Gabor Csupo • Ponte para Terabítia

• Como leitor do livro infantil, esperava um filme tão infantil quanto. Não é um grande filme, mas Csupo entende muito bem as intenções da autora do livro, compreende os personagens, seus sentimentos e nunca se deixa levar por efeitos especiais ou pela aventura. É uma direção muito bonita. Um diretor bem promissor, que dirigiu apenas um curta em 80.
Filmes elegíveis
Outras categorias: Melhor Ator/Atriz Revelação • Melhor Maquiagem • Melhor Coletanea • Melhores Efeitos Sonoros • Melhor Cartaz
"CHE - O ARGENTINO"
Wally, também considero Tony Gilroy o diretor revelação do ano. Ele ainda é melhor como roteiristas, mas acho que fez um bom trabalho atrás das cÂmeras. Espero que ele dê seqüência…
Abs!
Por: Otavio Almeida em Segunda-feira, Fevereiro 11, 2008
às 4:19 am
Eu conheço o Gabor Csupo pela companhia de animação que ele divide com a Arlene Klasky que produzia desenhos como Rugrats, Rocket Power, Aaah Monstros, Os Thornberries e Ginger que eu adorava!
Quanto aos indicados, gosto de quase todos. A minha lista é quase parecida, embora não tenha visto Ponte Para Terabítia e Renaissance…
Por: Marco em Segunda-feira, Fevereiro 11, 2008
às 8:00 am
O unico que eu vi foi conduta de risco e achei a trama muito bem conduzida. Gilroy tem futuro, com certeza!
Por: Ronald em Segunda-feira, Fevereiro 11, 2008
às 1:33 pm
De todos os diretores citados, o único que conferi a estréia em longa-metragem foi mesmo Gabor Csupo e o seu formidável “Ponte Para Terabítia”. Foi incrível toda a sua sensibilidade e o acerto de relegar os efeitos especiais dando importância única as interpretações e a trama. Já estou ansioso com o seu novo filme, “The Secret of Moonacre”, que terá a ótima Natascha McElhone no elenco.
Por: Alex Gonçalves em Segunda-feira, Fevereiro 11, 2008
às 3:45 pm
Entre Gilroy e Florian Henckel………..fico com Gilroy.
Abraço.
Por: Pedro em Segunda-feira, Fevereiro 11, 2008
às 9:55 pm
Bom, todo mundo já está cansado de saber a minha opinião sobre “Conduta de Risco”. Acho que é o filme mais super-estimado do ano. De qualquer maneira, o Tony Gilroy tem talento.
E adorei ver o diretor de “Ponte Para Terabítia” sendo indicado aqui. O filme é fofíssimo!
Por: Kamila em Terça-feira, Fevereiro 12, 2008
às 12:46 am
Bom, infelizmente, da lista eu conferi apenas o filme “A Vida dos Outros”, e apesar de detestá-lo, devo admitir que para um diretor que fez apenas curtas,Florian Henckel Von Donnersmarck demonstrou que sabe manter um nível bom em algo de duração maior. A direção dele é convincente, mas ressalto que o melhor do filme é a atuação de Ulrich Mühe.
Abraços.
Por: Weiner em Terça-feira, Fevereiro 12, 2008
às 12:56 am
Otavio, também prefiro seus roteiros, mas é uma ótima direção mesmo. Espero outros trabalhos tão bons quanto.
Marcos, são dois bons filmes que valem a pena ser vistos, principalmente Terabitía, já que voce tem conhecimento do diretor.
Ronald, também achei bem conduzida e espero outros filmes tão bons quanto esse.
Alex, realmente tudo que voce disse é verdade sobre Csupo. Quero ver esse novo dele.
Pedro, eu também, rsrsrs. Apesar de adorar ambos.
Kamila, eu adorei sua direção, não indicaria ao Oscar, mas é ótima. E Terabítia é bonito mesmo.
Weiner, detesta? Nossa, eu AMO. Achei um maravilhoso filme. Inquietante e poderoso. A direção dele achei magnífica, só perde para Gilroy mesmo. E Muhe é ótimo de verdade!
Ciao!
Por: Wally em Terça-feira, Fevereiro 12, 2008
às 4:52 am
Wally, tenho certeza absoluta que comentei esse post e fui o primeiro a fazer isso, mas como sempre o WordPress dá problema e não publica – e na maior parte das vezes nem percebo…
De qualquer forma, a vitória do Gilroy é mais do que justa, sendo que o Florian Henckel von Donnersmarck também ficou em segundo na minha lista.
Por: Vinícius P. em Terça-feira, Fevereiro 12, 2008
às 3:43 pm
Acho o Gilroy um ótimo diretor e um roteirista melhor ainda. Parabéns pela seleção. Meu segundo diretor seria o Christian Volckman. Vi Renaissance e fiquei vidrado com a criatividade do diretor, apesar de, como você mesmo comentou, ser um filme com falhas.
Por: Luciano Lima em Quarta-feira, Fevereiro 13, 2008
às 6:38 am
O povo falou tão bem de “Ponte pra Terabithia”, do quanto é bonito e emocionante, mágico, etc.. de gente que chorou no fim. Mas eu vi em casa recentemente e achei tão lugar comum. Uma história bonitinha sobre amizade e morte na pré-adolescência. Mas até hj eu choro feito bebê numa reprise de “Meu Primeiro Amor”. Nem eu entendo..
Por: Romeika em Quinta-feira, Fevereiro 14, 2008
às 2:16 pm